Após chegar a MT, advogado espera que Arcanjo saia da prisão em até 60 dias


Assim que for transferido do presídio federal de Mossoró (RN) a uma unidade prisional de Mato Grosso,

ESPIONAGEM Publicada: 04/08/2017 09:30:40 Autor: Folhamax
Foto: DIVULGAÇÃO
Joao aRCANJO.

Assim que for transferido do presídio federal de Mossoró (RN) a uma unidade prisional de Mato Grosso, o ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro deve sair da prisão em “30 ou 60 dias”. A expectativa é de seu advogado, Paulo Fabrinny.

O advogado já anuncia que irá pedir a progressão para o regime semiaberto. “Assim que a transferência de João Arcanjo do presídio de Mossoró para uma unidade penitenciária de Mato Grosso for concretizada, entraremos com pedido de progressão do regime com uso de tornozeleira eletrônica. Quando ele chegar, nossa expectativa é que ele saia da prisão em 30 ou 60 dias”, disse o advogado em entrevista ao FOLHAMAX.

Fabrinny explicou que o ex-bicheiro, preso desde 2003, e com duas condenações que somam 63 anos de prisão, já possui direito de pedir a progressão para o regime semiaberto, com uso de tornozeleira eletrônica, desde dezembro de 2015 em razão do cumprimento de 1/6 da pena em regime fechado. Na última terça-feira, a Primeira Câmara Criminal autorizou a transferência de João Arcanjo do presídio de Mossoró para uma das unidades penitenciárias de Mato Grosso.

A decisão foi comemorada pela defesa. “As transferências não se deram até hoje dizendo que Arcanjo era perigoso, que ele poderia encomendar algum crime de dentro da cadeia. Mas tudo isso não tinha nenhuma fundamentação, nem materialidade. Eram decisões absurdas. Ele que está preso há 14 anos não jogaria fora a possibilidade de progredir do regime”, avaliou Fabrinny.

Ao ser questionado sobre uma provável data de transferência do bicheiro, Fabrinny afirmou que depende do Sistema Penitenciário Federal e da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos em razão da questão logística. No entanto, a tendência é que ocorra a qualquer momento.

O governador Pedro Taques (PSDB), ex-procurador da República e um dos responsáveis pela prisão do ex-bicheiro, declarou em 2015 que o Estado tinha condições de abrigar João Arcanjo – contrariando a própria Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh-MT), que é contra a vinda do “comendador” para Mato Grosso. A declaração foi utilizada pelo relator do recurso que pedia a transferência de Arcanjo, o desembargador da Primeira Câmara Criminal, Paulo da Cunha.

Ele atendeu a solicitação da defesa do ex-bicheiro, mas apontou a controvérsia entre a posição do Governador do Estado e de uma Secretaria que faz parte do Poder Executivo. “Ademais, este fato também é controverso, pois enquanto a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos postulou ao Juízo das Execuções a prorrogação da permanência do agravante em unidade prisional federal, o Excelentíssimo Governador José Pedro Taques emitiu declaração pública, amplamente divulgada na mídia, afirmando que “nosso sistema penitenciário tem condições de recebê-lo. Se ele vier, não será um problema porque a Secretaria de Segurança Pública e a Secretaria de Justiça vão ter que dar tranquilidade para o cidadão mato-grossense”.

Assim que for transferido do presídio federal de Mossoró (RN) a uma unidade prisional de Mato Grosso, o ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro deve sair da prisão em “30 ou 60 dias”. A expectativa é de seu advogado, Paulo Fabrinny.

O advogado já anuncia que irá pedir a progressão para o regime semiaberto. “Assim que a transferência de João Arcanjo do presídio de Mossoró para uma unidade penitenciária de Mato Grosso for concretizada, entraremos com pedido de progressão do regime com uso de tornozeleira eletrônica. Quando ele chegar, nossa expectativa é que ele saia da prisão em 30 ou 60 dias”, disse o advogado em entrevista ao FOLHAMAX.

Fabrinny explicou que o ex-bicheiro, preso desde 2003, e com duas condenações que somam 63 anos de prisão, já possui direito de pedir a progressão para o regime semiaberto, com uso de tornozeleira eletrônica, desde dezembro de 2015 em razão do cumprimento de 1/6 da pena em regime fechado. Na última terça-feira, a Primeira Câmara Criminal autorizou a transferência de João Arcanjo do presídio de Mossoró para uma das unidades penitenciárias de Mato Grosso.

A decisão foi comemorada pela defesa. “As transferências não se deram até hoje dizendo que Arcanjo era perigoso, que ele poderia encomendar algum crime de dentro da cadeia. Mas tudo isso não tinha nenhuma fundamentação, nem materialidade. Eram decisões absurdas. Ele que está preso há 14 anos não jogaria fora a possibilidade de progredir do regime”, avaliou Fabrinny.

Ao ser questionado sobre uma provável data de transferência do bicheiro, Fabrinny afirmou que depende do Sistema Penitenciário Federal e da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos em razão da questão logística. No entanto, a tendência é que ocorra a qualquer momento.

O governador Pedro Taques (PSDB), ex-procurador da República e um dos responsáveis pela prisão do ex-bicheiro, declarou em 2015 que o Estado tinha condições de abrigar João Arcanjo – contrariando a própria Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh-MT), que é contra a vinda do “comendador” para Mato Grosso. A declaração foi utilizada pelo relator do recurso que pedia a transferência de Arcanjo, o desembargador da Primeira Câmara Criminal, Paulo da Cunha.

Ele atendeu a solicitação da defesa do ex-bicheiro, mas apontou a controvérsia entre a posição do Governador do Estado e de uma Secretaria que faz parte do Poder Executivo. “Ademais, este fato também é controverso, pois enquanto a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos postulou ao Juízo das Execuções a prorrogação da permanência do agravante em unidade prisional federal, o Excelentíssimo Governador José Pedro Taques emitiu declaração pública, amplamente divulgada na mídia, afirmando que “nosso sistema penitenciário tem condições de recebê-lo. Se ele vier, não será um problema porque a Secretaria de Segurança Pública e a Secretaria de Justiça vão ter que dar tranquilidade para o cidadão mato-grossense”.

 Assim que for transferido do presídio federal de Mossoró (RN) a uma unidade prisional de Mato Grosso, o ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro deve sair da prisão em “30 ou 60 dias”. A expectativa é de seu advogado, Paulo Fabrinny.

O advogado já anuncia que irá pedir a progressão para o regime semiaberto. “Assim que a transferência de João Arcanjo do presídio de Mossoró para uma unidade penitenciária de Mato Grosso for concretizada, entraremos com pedido de progressão do regime com uso de tornozeleira eletrônica. Quando ele chegar, nossa expectativa é que ele saia da prisão em 30 ou 60 dias”, disse o advogado em entrevista ao FOLHAMAX.

Fabrinny explicou que o ex-bicheiro, preso desde 2003, e com duas condenações que somam 63 anos de prisão, já possui direito de pedir a progressão para o regime semiaberto, com uso de tornozeleira eletrônica, desde dezembro de 2015 em razão do cumprimento de 1/6 da pena em regime fechado. Na última terça-feira, a Primeira Câmara Criminal autorizou a transferência de João Arcanjo do presídio de Mossoró para uma das unidades penitenciárias de Mato Grosso.

A decisão foi comemorada pela defesa. “As transferências não se deram até hoje dizendo que Arcanjo era perigoso, que ele poderia encomendar algum crime de dentro da cadeia. Mas tudo isso não tinha nenhuma fundamentação, nem materialidade. Eram decisões absurdas. Ele que está preso há 14 anos não jogaria fora a possibilidade de progredir do regime”, avaliou Fabrinny.

Ao ser questionado sobre uma provável data de transferência do bicheiro, Fabrinny afirmou que depende do Sistema Penitenciário Federal e da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos em razão da questão logística. No entanto, a tendência é que ocorra a qualquer momento.

O governador Pedro Taques (PSDB), ex-procurador da República e um dos responsáveis pela prisão do ex-bicheiro, declarou em 2015 que o Estado tinha condições de abrigar João Arcanjo – contrariando a própria Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh-MT), que é contra a vinda do “comendador” para Mato Grosso. A declaração foi utilizada pelo relator do recurso que pedia a transferência de Arcanjo, o desembargador da Primeira Câmara Criminal, Paulo da Cunha.

Ele atendeu a solicitação da defesa do ex-bicheiro, mas apontou a controvérsia entre a posição do Governador do Estado e de uma Secretaria que faz parte do Poder Executivo. “Ademais, este fato também é controverso, pois enquanto a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos postulou ao Juízo das Execuções a prorrogação da permanência do agravante em unidade prisional federal, o Excelentíssimo Governador José Pedro Taques emitiu declaração pública, amplamente divulgada na mídia, afirmando que “nosso sistema penitenciário tem condições de recebê-lo. Se ele vier, não será um problema porque a Secretaria de Segurança Pública e a Secretaria de Justiça vão ter que dar tranquilidade para o cidadão mato-grossense”.

Assim que for transferido do presídio federal de Mossoró (RN) a uma unidade prisional de Mato Grosso, o ex-bicheiro João Arcanjo Ribeiro deve sair da prisão em “30 ou 60 dias”. A expectativa é de seu advogado, Paulo Fabrinny.

O advogado já anuncia que irá pedir a progressão para o regime semiaberto. “Assim que a transferência de João Arcanjo do presídio de Mossoró para uma unidade penitenciária de Mato Grosso for concretizada, entraremos com pedido de progressão do regime com uso de tornozeleira eletrônica. Quando ele chegar, nossa expectativa é que ele saia da prisão em 30 ou 60 dias”, disse o advogado em entrevista ao FOLHAMAX.

Fabrinny explicou que o ex-bicheiro, preso desde 2003, e com duas condenações que somam 63 anos de prisão, já possui direito de pedir a progressão para o regime semiaberto, com uso de tornozeleira eletrônica, desde dezembro de 2015 em razão do cumprimento de 1/6 da pena em regime fechado. Na última terça-feira, a Primeira Câmara Criminal autorizou a transferência de João Arcanjo do presídio de Mossoró para uma das unidades penitenciárias de Mato Grosso.

A decisão foi comemorada pela defesa. “As transferências não se deram até hoje dizendo que Arcanjo era perigoso, que ele poderia encomendar algum crime de dentro da cadeia. Mas tudo isso não tinha nenhuma fundamentação, nem materialidade. Eram decisões absurdas. Ele que está preso há 14 anos não jogaria fora a possibilidade de progredir do regime”, avaliou Fabrinny.

Ao ser questionado sobre uma provável data de transferência do bicheiro, Fabrinny afirmou que depende do Sistema Penitenciário Federal e da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos em razão da questão logística. No entanto, a tendência é que ocorra a qualquer momento.

O governador Pedro Taques (PSDB), ex-procurador da República e um dos responsáveis pela prisão do ex-bicheiro, declarou em 2015 que o Estado tinha condições de abrigar João Arcanjo – contrariando a própria Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh-MT), que é contra a vinda do “comendador” para Mato Grosso. A declaração foi utilizada pelo relator do recurso que pedia a transferência de Arcanjo, o desembargador da Primeira Câmara Criminal, Paulo da Cunha.

Ele atendeu a solicitação da defesa do ex-bicheiro, mas apontou a controvérsia entre a posição do Governador do Estado e de uma Secretaria que faz parte do Poder Executivo. “Ademais, este fato também é controverso, pois enquanto a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos postulou ao Juízo das Execuções a prorrogação da permanência do agravante em unidade prisional federal, o Excelentíssimo Governador José Pedro Taques emitiu declaração pública, amplamente divulgada na mídia, afirmando que “nosso sistema penitenciário tem condições de recebê-lo. Se ele vier, não será um problema porque a Secretaria de Segurança Pública e a Secretaria de Justiça vão ter que dar tranquilidade para o cidadão mato-grossense”.

 

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