Fotografo: Divulgação
...
Banner

Desta vez os debates são locais, com as eleições para prefeitos e vereadores, o que de certa forma, envolve muito mais a população das cidades, com discussões sobre temas específicos, os quais afetam o dia-a-dia das pessoas.

Em Cuiabá teremos uma eleição para prefeito onde, não havendo a possibilidade de reeleição, abre espaço para outras lideranças e outros grupos políticos, apresentarem seus candidatos e propostas para a cidade.

Neste sentido, a expectativa é de que tenhamos, pelo menos, meia dúzia de candidaturas confirmadas para a disputa da eleição majoritária, porém não mais que 3 deles com condições efetivas de vitória.

Quanto a eleição para vereadores, este ano temos dois ingredientes diferentes para a disputa:

A primeira é que os vereadores terão que ter rodinha no pé para conseguir se eleger ou reler neste 4 de outubro de 2020.

A segunda, é a ausência do instituto das coligações nas eleições proporcionais, o que obriga os partidos a concentrem forças em chapas com quantidade menor de candidatos.

Estas duas situações importantes podem fazer com que possíveis desejosos de concorrer ao legislativo acabem por desistir, tendo em vista o afunilamento nas disputa das cadeiras.

Os meses de fevereiro e março ainda será meses de poucas notícias e novidades no mundo da política, uma vez que os comentários se restringem aos bastidores. Porém, após o Carnaval, as conversas se intensificam e ao chegar do mês de março, as definições de nomes de potenciais candidatos começam a tomar forma, isto porque a população precisa saber, o quanto antes, quem tem o desejo de governar a cidade nos próximos 4 anos, e quais são as propostas para os principais temas que serão discutidos na campanha.

Falar em nomes, é tornar-se repetitivo. Mas, é sempre bom lembrar. Emanuel Pinheiro do MDB e Roberto França, (sem partido), são as principais figuras. Se forem aliados, tornam-se quase que imbatíveis. Se forem para a disputa entre eles, dividem votos em todos os setores.

Haverá terceira via?

Possivelmente haverá outros candidatos com menor potencial de votos e espera-se que do grupo do prefeito Emanuel Pinheiro, dos tucanos, dos peessedebistas, dos Democratas, e dos petistas, seja lançado um nome em condições de provocar, pelo menos, o segundo turno.

O roteiro da Ópera não deverá ser muito diferente disto.